Toda grávida se questiona enormemente se é capaz de dar conta da criação de uma criança.

Quando não há um marido presente, então, isso pode ganhar uma dimensão assustadora. Não é realmente fácil encarar uma gravidez sozinha. A falta de um parceiro para dividir as angústias e compartilhar decisões pode fazer a gestante sentir-se isolada e solitária.

Nesse tipo de situação, é essencial montar desde bem cedo uma rede social de apoio, como amigos e parentes, além de o próprio médico obstetra, com quem a gestante possa contar nas situações práticas, no suporte emocional e no apoio financeiro.

Outra saída é procurar grupos de apoio na internet, que possam colocá-la em contato com outras mães solteiras. Trocar ideias, conhecer outros pontos de vista e ter a chance de desabafar com alguém que esteja passando pela mesma situação, pode fazer a diferença nesse momento de sentimentos ambíguos em relação à maternidade.

E nada de bancar a mulher-maravilha, acumulando todas as responsabilidades e decisões sozinha: envolva os parentes e amigos no seu dia a dia! Nas consultas de pré-natal e ultrassom, leve a mãe, tias, primas ou amigas e faça um revezamento entre elas. Dessa forma, você estará sempre acompanhada. O mesmo vale para o enxoval e a decoração do quarto do bebê. Com esse suporte amigo, é possível ganhar disposição em cuidar bem de você e do bebê, que será o grande companheiro nessa jornada.