É menino ou menina? Quem não aguenta conter a ansiedade e quer um atalho para abreviar as longas 17 semanas, tem uma alternativa para descobrir o tão esperado sexo do bebê.

Trata-se do exame de sexagem fetal, que pode ser realizado a partir da 8ª semana e tem quase 100% de acerto.

Na maioria dos casos, os pais conseguem matar a curiosidade com mais precisão a partir da 17ª semana da gestação através do exame ultrassonográfico. No entanto, há um pequeno, mas importante detalhe: o feto precisa estar posicionado de uma maneira em que seja possível visualizar o órgão genital. Outro ponto é o erro humano. A chance é realmente pequena, mas uma minoria de bebês está aí para comprovar que o exame ultrassonográfico não é 100% certeiro.

A única desvantagem do teste de sexagem fetal está relacionada ao seu bolso, já que o preço é salgado, entre 300 e 800 reais, dependendo do Estado e do laboratório. Isso, porque ele não é coberto pelo sistema público de saúde e nem pelos convênios de saúde particulares, a exemplo do exame de ultrassonografia.
Apesar do alto valor, há várias conveniências: não é invasivo, não precisa de pedido médico, nem de jejum ou preparação prévia. E o resultado costuma ficar pronto em cerca de cinco dias úteis.

O exame é feito através da coleta de uma amostra de sangue da mãe (entre 10 e 20 ml) para identificar o DNA do feto. Mulheres têm dois cromossomos X e homens têm um X e um Y. Se na análise do sangue for encontrado um cromossomo Y, significa que a grávida está esperando um menino. Agora, se o cromossomo Y não for detectado, é porque uma menininha está a caminho.

Gêmeos
Para futuras mães de gêmeos, o exame não é conclusivo no caso de irmãos fraternos (não idênticos). Pelo fato de detectar somente a existência ou não do cromossomo Y, exclusivo dos homens, o exame apontará se há meninos ou não. Se houver um menino, um dos bebês ainda pode ser uma menina. Já os gêmeos idênticos têm o mesmo DNA e, por isso, o mesmo sexo, portanto, o resultado é preciso.

Para os mais apressadinhos, é possível realizar o exame antes mesmo da 8ª semana, porém há menos chance de acerto. Também pode haver algum erro em casos de gestantes que têm algum órgão transplantado de um homem ou que já receberam transfusão de sangue.