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Centenas de crianças esperam na fila da doação de órgãos

Um nobre gesto pode salvar a vida de até 8 crianças, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
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Até o primeiro semestre de 2017, 887 crianças estavam na lista da rede pública de saúde aguardando um órgão, como o coração, rim, córneas, fígado e pulmão, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). Do outro lado, apenas 28 crianças, entre 0 e 6 anos, se tornaram doadoras de órgãos em todo o Brasil, o que demonstra a diferença entre a demanda por esses transplantes e a real disponibilidade de órgãos, fato que acaba contribuindo para a grande taxa de mortalidade para os pacientes na lista de espera de doação de órgãos.

Diante da dor de um luto, muitas famílias desconhecem que podem salvar a vida de outra criança, trazendo conforto e evitando o sofrimento alheio.  Para isso, é preciso que os pais digam sim à doação. O gesto nobre pode salvar a vida de até 8 crianças, de acordo com a ABTO. Em outros países da Europa, todos os cidadãos são considerados doadores, a menos que, em vida, tenham formalizado que não o são. É por este motivo que o continente europeu registra as maiores taxas de doadores do mundo. 

Incentivo à conscientização

Uma forma de mudar esta situação seria a divulgação de campanhas para conscientizar a população sobre a importância da doação de órgãos. No Japão, foi criada uma iniciativa criativa, a campanha Second Life Toys, que estimula o “transplante de órgãos entre brinquedos” O conceito é bem simples e a criança pode participar ou se beneficiar de duas maneiras:  doar brinquedos quebrados que não são mais utilizados ou levar o seu brinquedo favorito para ser consertado.

A empresa utiliza partes do corpo dos brinquedos doados para “salvar a vida” dos brinquedos de outras crianças. Depois do “transplante”, a criança que doou o brinquedo recebe uma cartinha de agradecimento, mostrando que a doação pode salvar vidas, mesmo que seja a de um brinquedo.

+Doar o cordão umbilical após o parto pode salvar vidas


Da Redação Clickbebê

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